quinta-feira, 14 de junho de 2012

Simplifico: prometo e delimito.

Vamos fazer uma promessa? Vamos estabelecer os nossos limites e as nossas regras? Vamos agarrar nas nossas palavras, que constantemente preenchemos com ações, e autenticá-las, assumi-las? Vamos assumir o risco das nossas ações e as consequências dos nossos atos?

Eu estou aqui, vês-me? Não sei se te lembras de te ter dito que não ia sair daqui e que quando estivesses pronto para me dar uma resposta eu estaria cá para ouvi-la, fosse ela qual fosse, lembraste? Eu estou aqui, não fugi, não te larguei, não te deixei. Lamento se não to mostrei como preferias, mas dei o meu melhor. Dei-te a liberdade que me pareceu correta, dei-te o espaço para não te influenciar, e depois... Confusão.

Gosto muito de ti, sabes? Talvez seja esse o ponto importante, o foco da questão, gostar muito de ti. Atreve-te a duvidar disso e mordo-te a bochecha. Eu gosto muito de ti, e mostro-to de uma forma que provavelmente não reconheces como gostar. Mas é a forma mais pura que tenho e reconheço-a como verdadeira. 

Em mim há algo que chama por ti a cada segundo que passa. É saudável? Não sei, mas é agradável, confirmo. Eu sei o que quero, e sei que te quero aqui, mas se tu não quiseres ficar, eu não vou à lua para te puxar, pressionar a deixares-te comigo. E não o farei não por gostar pouco de ti, mas sim por te amar de mais: o que realmente importa é a TUA felicidade, mesmo que não seja comigo.

Se for comigo, melhor.

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