"é aquele seu jeito, torto, de se desculpar, uma forma macabra de caminhar. Estranho sorrir, estranho ficar, estranho falar, estranho ser, mas está aqui. E é aquela sua forma de retirar os meu cabelos da frente dos meus olhos, aquele gesto tão suave, tão dele, e depois tão nosso, que tem feito os meus dias mais meus e não apenas deste tempo que, insistentemente, passa por mim, por aqui, por nós, pelas vidas de todos, pelos instantes que não possuímos, pelas vidas que não destruímos e por aqueles a quem ainda não sorrimos."

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