É básica, a questão.
Chega do meu egoísmo, está na altura de fazer avançar o altruísmo. Mas está mesmo.
Chega de marcar posição e forçar caprichos nesse outro coração. Chega mesmo. Ele parece feliz, tem direito a essa sua felicidade, nesse seu pequeno mundo.
Vou tomar-lhe uma atitude que já me é familiar - o se queres, muito bem; se eu quiser, guardo para mim. Isto, entendo eu, é o melhor a fazer: Ninguém sai pressionado e, no fim, não há qualquer sobrecarga na minha consciência, certo?
(há a louca, remota e idiota possibilidade de se dever viver sempre com um peso na consciência, caso contrário, voávamos. mas isto já sou eu a divagar no assunto)
Ainda não sei a resposta a esta pergunta, só sei que a vou descobrir um dia destes. Até lá, no meu mundo, no que é controlado pelas emoções, não toco tão depressa. Apenas e só pela simples razão de que,por mais que agora o meu desejo por ele, pela sua presença, seja o mais avassalador; se eu realmente quiser quebrar este ciclo repetitivo de on vs. off, de quero vs.desaparece...
Se eu não controlar estes meus impulsos, então isto nunca vai acabar, nem mudar; vai ficar assim, mau para ti, e instável para mim, ad eternum, e isso não pode, simplesmente, acontecer.
Se eu não controlar estes meus impulsos, então isto nunca vai acabar, nem mudar; vai ficar assim, mau para ti, e instável para mim, ad eternum, e isso não pode, simplesmente, acontecer.
Acredita que é pela sanidade dos dois *
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