Não é curiosidade, e desconfio que nem remorsos seja... É talvez, algo que não desconfio, que lamento, sem saber lamentar. Este aroma em que me soubeste mergulhar, não o identifico, nem o sei apreciar. É-me desconhecido, e talvez por isso, desinteressante.
Fiquei perdida no que achava ser a minha praia. Onde sempre encontrei o meu coração, o meu apoio, o meu eu. E acabei por encontrar algo que até pode nem ser agradável, porque pergunto, na tua distancia, se agora te afasto por te amar de longa forma. E agora, neste exacto momento, naquele em que sei que mergulho no tormento... Pergunto-me porque será que me confundes nas tuas presenças, e ausências, e inconveniências, e nunca quando estás na autenticidade do meu desejo. As minhas falências estão nas tuas mãos, és tu quem as coordena agora, e julgo que aconteça apenas por estar baralhada. É o que espero e é o que as minhas palavras confirmam. Ninguém duvida. Apenas eu..
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