Eu não me escrevi, e acredita que não foste tu quem me escreveu. Foi a caneta onde me apoio que deixou a tinta suavemente fluir pela pena, desenhando pequenas formas, por vezes irreconhecíveis...Esta tarde reprimi o meu coração. Fiquei incomunicável, já não aguentava a pressão que fazia sobre mim. Fechei os olhos, inspirei, expirei, suspirei, e tu continuavas a ser o ponto de interrogação.
Após a energia do fogo-de-artifício, senti a suavidade do piano, a ansiedade de nada me recordar, a pressão da data a se aproximar, e eu estava, naquele momento, isenta de preocupções. Toda eu era apenas o movimento das ondas, no flutuar da areia em dia de movimento. Interprete-se a minha necessidade de sair, de me libertar.
Abri as tuas palavras. Há muito que as não visitava, e ainda não estou certa se o que fiz foi correcto, mas eu necessitava, era algo que já não controlava, e soube bem... perde as ilusões.
Não pondo de parte o dia de hoje, olhando para tudo o que tinha para me preocupar, tu não eras nada. Não havia ninguém sem ser a maria liberdade a quem tive de dizer não, mas e depois? Depois achaste-te rei, entraste sem pedires, achaste-te poderoso o suficiente para me embaíres, e eu esclareço-te. Não és. Não és porque não quero que o sejas na minha vida. Não deixarei mais que me rejas o olhar, limites o horizonte, intimides o movimento, impeças o meu momento, deixa-te disso. Fica-te mal. Rabisquei o teu nome e rasurei-o em seguida. Dificilmente te irás ler em mim novamente...
Abri as tuas palavras. Há muito que as não visitava, e ainda não estou certa se o que fiz foi correcto, mas eu necessitava, era algo que já não controlava, e soube bem... perde as ilusões.
Não pondo de parte o dia de hoje, olhando para tudo o que tinha para me preocupar, tu não eras nada. Não havia ninguém sem ser a maria liberdade a quem tive de dizer não, mas e depois? Depois achaste-te rei, entraste sem pedires, achaste-te poderoso o suficiente para me embaíres, e eu esclareço-te. Não és. Não és porque não quero que o sejas na minha vida. Não deixarei mais que me rejas o olhar, limites o horizonte, intimides o movimento, impeças o meu momento, deixa-te disso. Fica-te mal. Rabisquei o teu nome e rasurei-o em seguida. Dificilmente te irás ler em mim novamente...
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